segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Lá e de volta outra vez...

Entre passos
E tanto espaço
Eu traço
E dobro até o aço
Que se há mormaço
Movimento eu caço
Ao sabor do vento
Sempre tento
E até se me arrebento
Bebo tal invento
Gozando o sabor de cada momento
Que sou tão louco
Que mal aguento
O perfil agourento
De quem me diz
Que não é feliz
Eu sou feliz..
E também juro
Que melhor é não ser um normal
Afinal
Eu me curo
Para além da fronteira entre o açúcar e o sal
Eu bem quis
Riscando o chão de giz
Abrir uma nova diretriz
E mudar tudo
Esse jogo duro
Nem que seja por um triz
Daí tudo que fiz
Ao tentar dinamitar o muro
Espalhando meu jeito impuro
Pelo tanto
Pelo tato
Em cada ato
Descrente no fato
Mas cioso da mulher
E que venha o que vier
Pois se eu quiser
Colorido há de ser sem fim...

11 comentários:

Fernanda disse...

é melhor mesmo não ser um normal.

colorido há de ser o fim... sempre.

beijo

Érica disse...

Colorida há de ser tua mente brilhante meu caro. Perfeito a mistura entre teu poema e a música de Raul. Realmente, eu juro que é melhor não ser um normal, se eu posso pensar que Deus sou eu...

obs. Teus comentários muito além de bem vindos, são aguardados sempre. Os melhores que jamais vi e que me enchem de vaidade. Da melhor que existe. rsrsr...
Beijos querido!

Ego. disse...

"... e vejo cores em vc!"

Meu rey vc é foda!!!
Aquele beijo de admiração e saudade*

Lorena N. disse...

Me apaixonei pela tua escrita.

Anônimo disse...

hummmm....eu tb acho muito estranho essa gente normal...rsrsr

beijo!

Anônimo disse...

muito legal a poesia

Juliana Porto disse...

Mais doze lápis de cor. Caso precise!

Beijocas.

Larissa disse...

Colorido é o que se torna tuas rimas.

. fina flor . disse...

um arco-íris para os seus passos....

beijos, querido e boa semana

MM.

Martinha disse...

Bom ler-te de volta por cá. :)

Juliana Porto disse...

Para ti e para mim.

Um beijo feliz, no poeta das rimas exatas!

=***