segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Do que só é


Por favor
Por amor
Que o fervor
Desse ardor
Desse ardil
Do olor
Do sabor
Do frescor
Por fervor
Por ser mil
Estupor
Sim senhor
Sem pastor
Soa motor
São doutor
São doril
Tem a dor
Tanta dor
Tonta dor
Tantra dor
Tirinta dor
Tirinta amor
Tentador
Tinta e cor
Cortando meu eu com tantas semânticas
Desenhos perenes no meio do nada
Vertigem
Miragem
Fingem
Bobagem...

Um comentário:

Marcos Satoru Kawanami disse...

poema vertiginosamente sentimental.