quinta-feira, 28 de março de 2013

Arte de ser e por contar

A arte de ser
Sendo
É como um remendo
Onde vossa excelência
O reverendo
Inventou de esquecer
Sem paciência
Não por clemência
Não querendo ver
O que estava a crescer
Apesar de você
Não mais à mercê
Nem preso à tv
Perdido no estar
Crente no par
Vivendo no ímpar
Precisando de ar
De dançar
Se jogar
Só arranhar
Uma vontade
Não pra chegar
Mas por seguir
Construir
Além de ir
Que indo
É lindo
Sereno indo
Mesmo que findo
É só um recorte
De belo porte
Que nos reservem a sorte
De artes para contar...

2 comentários:

Marcos Satoru Kawanami disse...

Este foi o primeiro blogue que eu comecei a seguir, em 2009, quando comecei na blogosfera.
As rimas nos unem.
Esta forma que vc faz lembra o rap, e alguns poemas que eu fiz em máquina de escrever na minha adolescência.
A pintura cubista é da hora, gostei.

=)
Satoru

Sombra de Anja disse...

Sua poesia nao mudou...evoluiu :)